Quadro "O Pesadelo" de Henry Fuseli (1741-1825)

* A Peste Onírica é um delírio subversivo. Postamos aqui nossas réles "produçõezinhas"; nossos momentâneos surtos de divagações em nome do Real do Simbólico e do Imaginário. Estão aqui nossos ensaios para que possamos alçar outros vôos num futuro próximo. Aproveitem os links, os materiais, as imagens, as viagens. Sorvam nossas angústias, nossas dores e masquem nossa pulsão como se fosse um chiclete borrachento com sabor de nada. Pirateiem, copiem, contribuam e comentem para que possamos alimentar nosso narcisismo projetivo. E sorvam de nossa libido, se assim desejarem.


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domingo, 7 de setembro de 2014

O Cão Negro da Depressão:

"A depressão é um cobertor gelado que te envolve quando você já está com frio".
(Pablo Villaça)

A Organização Mundial da Saúde resolveu criar, em parceria com o escritor e ilustrador Matthew Johnstone, um vídeo de animação que mostra de forma simples e direta o que é a depressão e, o mais importante, como é possível se livrar dela.

 

 

depressão cão preto

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Les interventions en psychologie de la santé (Intervenções em Psicologia da Saúde - Livro Download):




Cet ouvrage présente les différentes interventions du psychologue en psychologie de la santé (exemples : comment un psychologue doit-il intervenir auprès d'un patient cancéreux ? ou cardiaque ? ou d'un patient amputé suite à un accident ?).

Il est le projet du cours annuel de l'auteur qui a divisé son auditoire en différents groupes, chacun travaillant à la rédaction d'un chapitre en particulier.

Chaque chapitre (13 au total) est construit sur le même modèle à partir d'entretiens menés avec deux experts et deux patients : présentation du trouble ou de la maladie, prise en charge, lectures conseillées.

Sommaire:

Introduction aux interventions psychologiques dans le domaine de la santé. Le stress. Les insomnies. Les lombalgies chroniques. Les migraines. Le cancer du sein. Le cancer colorectal. Le diabète. L’infarctus du myocarde. L’alcoolisme. Le tabagisme. Les accidentés de la route. Les soins palliatifs.

Biographie des auteurs

L'auteure :


Moïra Mikolajczak - Professeur de psychologie à l'université catholique de Louvain, elle enseigne la psychologie de la santé et la psychologie des émotions. Elle a déjà publié chez Dunod "Les compétences émotionnelles" en 2009.

***

Este livro apresenta as várias intervenções do psicólogo na psicologia da saúde (exemplos: como um psicólogo pode intervir com um paciente com câncer, cardíaco, um paciente amputado, após um acidente...).

É o projeto do curso anual promovido pela autora do livro.

Moira Mikolajczak - Professor de psicologia da Université catholique de Louvain, leciona Psicologia da saúde e a psicologia das emoções. 


Le lien de téléchargement (Download):


quarta-feira, 27 de março de 2013

Suzana Herculano-Houzel: Programa Roda Viva

Suzana Herculano-Houzel, nesta entrevista, nos fala da pesquisa no Brasil, de seu percurso nas instituições estrangeiras e pontua de forma muito direta a falta de investimentos na pesquisa brasileira, nos diz ainda de que em nossas universidades não temos pesquisadores mas, professores que não recebem incentivo para a pesquisa.

Nos fala da distinção entre mente e cérebro e responde de forma muito interessante sobre os estudos da psicanálise e a neurociência.

Formada em Biologia Modalidade Genética pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1992). Fez mestrado pela universidade americana Case Western Reserve (1995), doutorado na França pela Pierre et Marie Curie (1998) e pós-doutorado na Alemanha pelo Instituto Max Planck (1999), todos em neurociências.
Em 1999 voltou ao Brasil e passou a dedicar-se à divulgação científica, lançando também o site Cérebro Nosso de Cada Dia.
É autora de alguns livros, produziu inúmeros artigos científicos, além de textos e colunas para revistas e jornais como Folha de S. Paulo.
Exerce o cargo de professora adjunta da Universidade Federal do Rio de Janeiro desde 2002, além de dirigir o Laboratório de Neuroanatomia Comparada.
É membro do corpo editorial da Revista Neurociências e colaboradora de Jorge Zahar Editor.



 Livros:

O Cérebro Nosso de Cada Dia (Vieira & Lent, 2002)
Sexo, Drogas, Rock and Roll... & Chocolate (Vieira & Lent, 2003)
O Cérebro em Transformação (Objetiva, 2005)
Por que o Bocejo É Contagioso? (Jorge Zahar Editor, 2007)
Fique de Bem com seu Cérebro (Sextante, 2007)
Pílulas de Neurociência para uma Vida Melhor (Sextante, 2009)

Site oficial

Cérebro Nosso de Cada Dia

Entrevista para o programa Roda Viva em 2008

"É hora de parar de mentirinhas e fazer campanha pela razão certa: não porque maconha é "leve" (não é, maconha vicia, e bem rápido), muito menos porque "não faz mal" (faz, sim), e sim porque a proibição obviamente não funcionou para conter a expansão do tráfico. Eu mesma fui, por muito tempo, contrária à legalização, por acreditar que era papel do Estado proteger os cidadãos contra suas próprias más escolhas. Mas deixei disso: agora acho que cada indivíduo deve ser responsabilizado por suas próprias escolhas, boas ou ruins, e é papel do Estado proteger os cidadãos contra as más escolhas DOS OUTROS, com penas severas para quem causar danos a terceiros sob influência. Legalizar a maconha é um bom começo, que espero que logo seja estendido para todas as outras drogas formadoras de vício. Isso deve ser bem mais produtivo do que a tentativa de conter o tráfico, que tem se mostrado tão eficaz quanto enxugar gelo, aqui e em outros países".
(Palavras da Suzana, a neurocientista de plantão, lá em sua página)


sexta-feira, 1 de abril de 2011

ESTÁGIO EM ENFASE SOCIAL




Um resumo de experiência: (Fala proferida aos estudantes do 1° e 2° semestre de Psicologia da UNIJUÍ) 
* Luciana V. K. Mai.

Partiremos de uma primeira questão:
- O que são processos sociais?
Tentando responder:
É aquilo que circunda a condição humana: (movimentos, mudanças, condição sócio-histórica no contexto de cada época). Os processos sociais são referidos as questões macro e micro histórica. Primeiro, a leitura de um todo da sociedade, numa amplitude mais abrangente conforme seus aspectos inerentes ao socios. Depois, e o mais importante, refere-se as questões do indivíduo, as questões do sujeito: as suas singularidades e a sua subjetividade. A partir disso poderemos ter uma leitura dos processos sociais.

Em Psicologia das Massas e Analise do Ego (1921), Freud nos oferece uma “bomba” quando nos diz o seguinte:
“A psicologia individual é ao mesmo tempo uma psicologia social”.

Em meu estágio trabalhei, por exemplo, com o processo de exclusão social, de vulnerabilidade social e com o fenômeno da violência. Na prática trabalhei com várias subjetividades, aquilo que é de cada sujeito e que comumente dizemos: cada caso é um caso, respeitando, assim, aquilo que vem de maneira singular: o pedido, a demanda, o sofrimento de cada sujeito.

Eugène Enriquez nos oferece esta máxima:
“Torna-se claro que o indivíduo não existe fora do campo social... A psicanálise é uma ciência psicosocial tendo como característica perceber que é a outra cena (aquela do inconsciente, aquela do imaginário) é tão interessante quanto aquela do visível, o objeto habitual das ciências sociais”.

O estágio em ênfase social, erroneamente, parece se confundir com um trabalho meramente burocrático, de pesquisas e entrevistas.... Especialmente aquilo que não é da clínica, por exemplo. E, enquanto, estudantes de psicologia, estamos ávidos pelo atendimento clínico. Mas lhes digo, na ênfase social também produzimos uma escuta – a escuta do social, portanto, temos como prática a clínica do social. A ferramenta (instrumento) essencial de qualquer prática referente a psicologia, sem dúvida é a clínica, bem como as suas ferramentas teóricas que garantem um lugar ético e profissional. O método clínico dentro das instituições é o pilar mestre, independente do projeto que se escolhe. No meu estágio procurei marcar uma posição ética a qual, por minhas afinidades, foi a ética da psicanálise.

Meu estágio em ênfase social foi no CREAS – Centro de Referência Especializado de Assistência Social do Município de Ijuí. O objetivo era trabalhar junto as famílias dos adolescentes que cumpriam medidas sócio-educativas de internação, ou seja, adolescentes infratores.

sábado, 10 de julho de 2010

I Encontro Nacional de Estudantes Antimanicomiais - ENEAMA

4, 5, 6 e 7 de setembro de 2010 em Porto Alegre – RS

Tema: Formação dos Estudantes em Saúde Mental

Público-Alvo: Estudantes de diversos cursos de graduação vinculados a saúde mental, usuários dos serviços substitutivos de saúde mental, familiares, estudantes de residências multiprofissionais em saúde e profissionais da área.
 
O I Encontro Nacional de Estudantes Antimanicomiais será um importante evento para os estudantes do Brasil, bem como para usuários dos serviços e para o fortalecimento da nossa rede.

Esse evento é uma grande oportunidade para fomentar a troca de experiências e idéias, fortalecendo o trabalho com a saúde mental dos futuros profissionais de saúde do Brasil. A sua realização no Rio Grande do Sul o contextualiza em uma região do país que foi pioneira na reforma psiquiátrica, mas que hoje em dia está com sua rede de saúde mental bem aquém do que seria desejável.

O ENEAMA é um chamamento a organização dos estudantes a tomar conhecimento das diferentes realidades e construir uma proposta coletiva de atuação em prol de um mundo antimanicomial!

Participem!!!!

Vejam o Site do ENEAMA: http://www.eneama.cjb.net/

sábado, 8 de maio de 2010

Psicóloga Flávia Flach: As pulseiras do sexo são para “apimentar” a inocência.


Psicóloga de crianças e adolescentes fala sobre as pulseiras e afirma que os pais deveriam aproveitar a oportunidade para falar sobre sexualidade com os filhos.


Entrevista concedida ao Portal de Notícias Ijuhy.com



A Psicóloga de crianças e adolescente, Flávia Flach, explica que a adolescência é uma fase da vida em que o interesse pelo corpo e pela sexualidade aflora. Justamente por isso é natural que os jovens têm um grande desejo em descobrir, explorar e expressar a sexualidade, com o tempo e os acontecimentos eles também vão encontrando formas para isso.

Segundo Flávia Flach, as pulseiras coloridas, que estão sendo chamadas de pulseiras do sexo, são na verdade um jogo de sedução, um jogo erótico que os adolescentes criaram para poder “apimentar a inocência.

De acordo com a psicóloga, Flávia, o que vem acontecendo deve ser entendido como uma fantasia, pois nenhuma menina usa a pulseira porque deseja ser violentada, casos que já aconteceram em algumas cidades.

Crianças e adolescente vivem em momentos diferentes, uns descobrem a sexualidade antes e os outros vão descobrindo aos poucos, isso quer dizer que nem todas as crianças ou todos os adolescentes tem um grande interesse pelas pulseirinhas do sexo, e alguns ainda usam sem saber o que na realidade significam. “Não podemos generalizar, pois, crianças e adolescentes vivem momentos de desenvolvimento da sexualidade diferentes, o que vai fazer com que tenham interpretações diferenciadas. Certamente muitas meninas usam esses acessórios só porque os acham bonitos, por modismo, enquanto outras usam as pulseiras por causa do seu código sexual”, ressalta a psicóloga.

Em pouco tempo as pulseiras do sexo se tornaram algo muito polêmico, elas entraram na vida dos adolescentes por ser uma brincadeira, mas acabaram virando um grande problema, isso devido as suas consequências. Muitos alegam usar esses acessórios para poderem fazer parte de um grupo de pessoas, no qual, usar esse acessório e tantos outros fazem parte do dia a dia. Também existem os casos em que as pessoas começam a usar certas coisas por medo de serem excluídos por quem usa".

Para Flávia, “o adolescente vive uma fase de crise, na qual acontece a redefinição da imagem corporal, consequência da perda da imagem do corpo infantil, e, além disso, ele é confrontado com necessidades de escolhas e definições que brotam dele mesmo, da família e do grupo social. Precisa definir-se como homem ou mulher, escolher a profissão, posicionar-se politicamente, etc. Assim ele é levado ao questionamento, à reflexão, e procura desenvolver um projeto de vida para si. O que sou? O que fui? Como serei? O que quero? E assim ele busca suas respostas na identificação com o grupo de iguais. Para pertencer a um grupo o adolescente deve corresponder a imagem desse grupo e muitas vezes as escolhas quanto a vestimenta e acessórios são justamente a forma que ele encontra para se identificar com seus pares.

Ao contrário do que já foi falado e muito discutido, Flávia não acredita que certos acontecimentos com crianças e adolescentes podem causar inseguranças no futuro, mas a família deve dar conselhos, conversar sobre o assunto. “O ideal seria que as famílias e as escolas aproveitassem o fato desse assunto estar vindo a tona para falar sobre a sexualidade com os adolescentes e que sexo não fosse apenas trabalhado na ordem do biológico, mas sim sobre os efeitos comportamentais e sociais que ele pode causar. Até porque hoje é a pulseira, amanhã pode ser outro acessório ou poderá aparecer outro jogo erótico que dará continuidade a isso”, afirma Flávia Flach.

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PS: Minha professora!!!! eheheheheheh... Quando eu crescer quero ser assim Ó, ora pá.

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