Quadro "O Pesadelo" de Henry Fuseli (1741-1825)

* A Peste Onírica é um delírio subversivo. Postamos aqui nossas réles "produçõezinhas"; nossos momentâneos surtos de divagações em nome do Real do Simbólico e do Imaginário. Estão aqui nossos ensaios para que possamos alçar outros vôos num futuro próximo. Aproveitem os links, os materiais, as imagens, as viagens. Sorvam nossas angústias, nossas dores e masquem nossa pulsão como se fosse um chiclete borrachento com sabor de nada. Pirateiem, copiem, contribuam e comentem para que possamos alimentar nosso narcisismo projetivo. E sorvam de nossa libido, se assim desejarem.


sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Revista Cogito (Cinema e Psicanálise)

 

Cogito vol.14  Salvador nov. 2013

Editorial

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Clube da luta: a clivagem do eu
Barbieri, Cibele Prado

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club-da-luta

Por que será que gostamos tanto dos filmes de zumbis?
Teixeira, Marcus do Rio

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Walking_Dead_09

O segredo dos seus olhos: uma narrativa em caleidoscópio
Motta, Vera Dantas de Souza

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o-segredo-dos-seus-olhos

Psicanálise e educação: considerações acerca do mestre e da mestria
Coelho, Maria Thereza Ávila Dantas; Raphael, Jackeline Kruschewsky Duarte

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ao mestre com carinho

Quando o lobo e o cordeiro perdem a pele: a psicanálise na escuta da pedofilia
Muribeca, Maria das Mercês Maia; Pereira, Wagner da Matta

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misterioslenhador

Cama de gato: uma ficção do desejo para além do synthome?
Diamantino, Rui Maia

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cama de gato

Um olhar psicanalítico sobre o universo feminino no filme 'Colcha de retalhos'
Almeida, Angela Maria Menezes de

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colcha de retalhos

O entardecer das paixões
Baleeiro, Maria Clarice

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diario de uma paixão

Amor de transferência: um estudo de caso baseado em In Treatment
Trindade, Gabriela; Diamantino, Rui Maia

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In-Treatment-Season-2-in-treatment-9450805-1033-646

Amor? Filme de João Jardim. Algumas reflexões
Rocha, Guilherme Massara

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amor

Direito, psicanálise e a erotomania em Bem-me-quer, malmequer
Teófilo, Anna Mayra Araújo

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a-la-folie-pas-du-tout-011

Suicídio assistido mar adentro...
Monteiro, Marli Piva

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mar-adentro 02

Bem-me-quer, malmequer - A erotomania
Barbieri, Cibele Prado

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mal me quer

Do inferno ao divã: uma abordagem psicanalítica de "Jack, o Estripador" como apresentado no filme Do Inferno
Sedeu, Ricardo de Lima

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do-inferno

Nostalgia, de Andrei Tarkovski
Faria, Anna Amélia de

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nostalghia-de-andrei-tarkovski-1983

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Partido da Terra – como os políticos conquistam o território brasileiro:






A Simplicidade do Racismo em Dez Atos:

 

bola

Vamos simplificar algumas coisas? Vamos simplificar as opiniões e argumentos contrários sobre as cotas raciais para educação e concursos públicos?
Simplificando é bem melhor, afinal todos os comentários e textos que são contrários as cotas são simples de entenderem. Todas as opiniões desembarcam nas mesmas ideias (é um porto cheio), embora ninguém consiga expressa-las ou dizê-las diretamente, seja pela coragem ou pelo desconhecimento do que propriamente sentimos.

1. Não sabemos o que é racismo. Não compreendemos isso dentro da gente.

2. Carregamos historicamente um racismo camuflado de boas intenções branqueadas.

3. Temos medo dos negros ou não sabemos como lidar com as pessoas negras. A não ser as mulheres negras que são lindas e gostosas. Eu não sou racista até transo com negras.

4. Temos medo que os negros tomem o lugar dos brancos por conta das várias políticas sociais.

5. Não entendemos a democracia. Nunca falamos em democracia racial no Brasil pq não sabemos do que se trata.

6. Os negros devem ficar no seu lugar de negros e os brancos no seu lugar de brancos ou seja, o mundo é branco.

7. Negros são iguais a nós brancos, ou seja eles devem concorrer como brancos. Essa é mais complicada, mas é assim, "Negros são como brancos". A igualdade é branca. Entendeu?

8. Não precisamos de políticas sociais para os negros pq isso já se configura como racismo. Voltamos a Primeira questão: Não sabemos o que é racismo!

9. Os brancos são pobres também, não só os negros. Nós brancos somos mt coitados e nos sentimos ameaçados e esquecidos pelo governo que só fica fazendo assistencialismo pros pretos pobres que querem ser ricos, então eles é que vão trabalhar que nem os brancos trabalham. Os brancos ralam, sofrem e trabalham bem mais que os negros, por isso os direitos são iguais.

10. Eu não gosto destas politicas sociais para negros, pq não gosto de negros e nem sabia que não gostava, mas como tão falando tanto de cotas me veio esse sentimento por anos reprimido. Agora eu sei que não gosto, pq os negros são marginais, violentos, estranhos e se fazem de coitados para tirar vantagens de tudo. Fomos nós que fizemos essa nação prosperar, enquanto estes vagabundos se envolveram em crimes, roubos e não trabalharam. Porém, não posso dizer isso diretamente pq é crime. Só sei dizer que racismo é crime e daí nem posso me expressar livremente. Estão roubando nossos direitos da liberdade de expressão. Fodam-se as políticas sociais pros negros eu preciso trabalhar pra pagar meus impostos e sou um homem de bem. As cotas são lamentáveis.


*Tudo baseado em fatos reais.
Infelizmente é isso que as pessoas dizem indiretamente em suas opiniões e argumentos sinceros sobre as cotas, o racismo e os negros. Embora vale dizer que parecem existir graus de racismo e preconceito, alguns mais radicais, outros mais tímidos. Mas o resumo da ópera me parece ter este tom. Gostaria mesmo de estar equivocada….

 

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Cotas, Racismo, Música, Black Power e Panteras Negras:

 

Essa música vai no coração:

 

("Vc teria por ele o mesmo amor, se Jesus fosse um homem de cor?")

Enquanto continuamos a debater as cotas raciais no Brasil, temos os que querem as cotas para negros, e os que a rejeitam, todos com bons argumentos. Principalmente para nós que debatemos em nossas salas de aula, aonde, na maioria das vezes, nem sequer existe um estudante negro.

A questão não são as cotas, são os negros, mas tememos dizer isso diretamente, então encontramos racionalismos polidos em argumentos que escondem nosso racismo histórico. Poucos de nós, branquelos, sabem dizer dos movimentos negros do Brasil, que dirá no mundo. Estes movimentos são moções para garantias de direitos. Nas décadas de 60 e 70 surgiu no Mundo um movimento chamado Black Power que trouxe muitas influências ao Brasil, principalmente culturais ligadas a música. Em 1977 o Rio de Janeiro vivia a gênese dos bailes black, imensas aglomerações populares em torno da soul music, do funk e do orgulho negro.

pantera negra14

Um artista brasileiro (cantor, compositor) chamado Toni Tornado, desafiou a ditadura militar, com um gestual e repertório que lembravam o radicalismo dos Panteras Negras. O auge da transgressão foi em 1971, quando apresentou, junto com a cantora Elis Regina, a música “Black is beautiful”: (http://youtu.be/wvsyRzO5Ie8)

 

Durante a canção, Tornado cerrou os punhos, fazendo o gesto que caracteriza os Black Panthers, o que ocasionou sua prisão ainda no palco, do qual saiu algemado.

Não bastasse a polêmica performance, a musica sugere a superioridade do homem negro em relação ao branco e retrata o desejo de uma branca de “integrar seu sangue europeu” ao de um negro, invertendo a lógica das relações sexuais no Brasil que normativamente se dariam entre a mulher negra e um homem branco – relações estas que causaram um ressentimento muito grande na sociedade brasileira da época.

Existe democracia racial no Brasil?

Quem foram os Panteras Negras?

http://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_dos_Panteras_Negras

pantera negra8

pantera negra

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Nosso Século - Documentos Sonoros:



Na década de 1970 e 1980, no Brasil foi muito comum a edição em fascículos de diversas obras culturais, tais como enciclopédias, manuais e outros de caráter educativo, que eram vendidas em bancas de jornais. Era uma forma de adquirir cultura a prestação. No final de cada obra, compravam-se as capas duras e as encadernava. Algumas dessas obras, como forma de atração mercadológica, costumavam oferecer brindes. Hoje, com as possibilidades tecnológicas são muitas e muitas tentações nas bancas de revista.

Uma das obras que marcou foi a coleção chamada "Nosso Século", lançada em 1980, pela Editora Abril, que tinha como objetivo resgatar a memória histórica do Brasil, em diversos aspectos, apresentando os fatos ocorridos no Século XX, até 1979. Como parte integrante da obra e como brinde dessa coleção foi oferecido um álbum em vinil LP, chamado "Documentos Sonoros do Século Focado". O interessante desse disco é que ele apresenta em forma de narrativa e com ilustrações em áudio  uma coletânea dos principais momentos da música brasileira, de jingles famosos apresentados no Rádio e de discursos políticos do período de 1900 a 1979. A parte narrativa contou com a voz de Sérgio Viotti. Vale a pena ouvir e viajar no tempo...










domingo, 3 de novembro de 2013

Hannah Arendt (2013) - Direção: Margarethe von Trotta:


hannah


Filme biográfico sobre Hannah Arendt para assistir online na Toca dos Cinéfilos:

Sinopse: Depois de acompanhar o julgamento do criminoso nazista Adolf Eichmann em Jerusalém, Hannah Arendt ousa escrever sobre o Holocausto como nunca havia sido feito antes. Seu trabalho provoca um escândalo imediato, e Arendt permanece firme enquanto é atacada por amigos e inimigos na mesma medida. Mas enquanto a imigrante judia-alemã luta para romper suas ligações dolorosas com o passado, a sedutora mistura entre arrogância e vulnerabilidade de sua personalidade é exposta, revelando uma mulher lapidada pelo exílio.






ARTES E LINGUAGENS - Cinema, Literatura, Imagem, Teatro e Crítica Literária, Psicanálise, Filosofia… (Arquivo Kronos):

 

arquivo kronos

O Arquivo Kronos compilou algumas coisinhas básicas para download. Abaixo segue o index da lista das obras (220 no total). Para fazer download seguem dois arquivos: Google Drive ou no Utorrent.

É só correr pro abraço!

*Google Drive:

https://drive.google.com/folderview?id=0B4UG_F2QeFUlckRDOG5uMVZmWlU&usp=sharing

*Utorrent (via Pirate Bay – cliquem em “magnet link”):

http://thepiratebay.sx/torrent/9132456

 

Index:

ACHCAR, F. Lírica e lugar-comum
ALBANO, E. C. O gesto e suas bordas
ALBERTI, L. Da Pintura
ALTAMIRANO; SARLO. Conceptos de sociologia literária
ALTAMIRANO; SARLO. Ensayos Argentinos - De Sarmiento a la vanguardia
ANDRADE, Rosane. Fotografia e antropologia - olhares fora-dentro
ANDREW, J. Dudley. As principais teorias do cinema
ARRIGUCCI JR, D. O Cacto e as Ruínas
ARRIGUCCI JR. D. Teoria da Narrativa - Posições do Narrador
ARTAUD, A. A arte e a morte
AUMONT, Jacques. A Imagem
AUMONT, Jacques. As teorias dos cineastas
AUMONT; MARIE. Dicionário teórico e crítico de cinema
BARROS, D. Teoria Semiótica do Texto
BATAILLE, G. A Literatura e o Mal
BATAILLE, G. O erotismo
BATAILLE, G. Teoria da religião
BATISTA, A. Interpretação de textos e avaliação nas séries iniciais do ensino fundamental In Domínios da linguagem I
BAUDELAIRE, C. Escritos sobre arte
BAUDELAIRE, C. Sobre a modernidade
BAZIN, A. Charlie Chaplin
BAZIN, A. O cinema – Ensaios
BECKETT, S. Proust
BENEDICT, Ruth. O crisântemo e a espada
BENSE, Max. Pequena estética
BENVENISTE, E. O aparelho formal da enunciação.
BENVENISTE, E. Problemas de linguística general
BERNADET, J. O que é cinema
BERTRAND, Denis. Caminhos da semiótica
BESSA, M. Histórias positivas - A literatura (des)construindo a aids
BLANCHOT, Maurice. O Livro Por Vir
BO BARDI, Lina; ELITO, Edson. Teatro oficina
BOSI, A. O Ser e o tempo da poesia
BOSI, V. Tal ser, tal forma - comentários a textos inéditos de Ana Cristina César
BOWEN; BO. O curso do rio
BRAIT, B. A personagem
BROWN, D. Inferno
BROWN, D. O símbolo perdido
BUARQUE, C. Budapeste
BUARQUE, C. Leite Derramado
BUCCI, Eugênio (org). A TV aos 50
BUCK-MORSS, Susan. A tela do cinema como prótese de percepção
BUKOWSKI, C. A Mulher Mais Linda da Cidade
BUKOWSKI, C. Ao Sul de Lugar Nenhum
BUKOWSKI, C. Crônica de um Amor Louco
BUKOWSKI, C. Fabulário Geral do Delírio Cotidiano
BUKOWSKI, C. Factotum
BUKOWSKI, C. Hollywood
BUKOWSKI, C. Misto Quente
BUKOWSKI, C. Mulheres
BUKOWSKI, C. Numa Fria
BUKOWSKI, C. O Capitão Saiu Para o Almoço
BUKOWSKI, C. Pedaços de um Caderno Manchado de Vinho
BUKOWSKI, C. Pulp
BURCH, Noël. Praxis do cinema
BURUCÚA, J. História, arte, cultura
CABANNE, Pierre. Marcel Duchamp - Engenheiro do tempo perdido
CALVINO, Italo. Contos Fantásticos do Século XIX
CALVINO, Italo. Por Que Ler os Clássicos
CANDIDO, A. A Educação Pela Noite
CANDIDO, A. Ficção e confissão
CANDIDO, A. Iniciação à Literatura Brasileira
CARAMELLA, E. História da Arte - Fundamentos Semióticos
CARPEAUX, Otto Maria. História da literatura ocidental
CARRIERE, J-C. A linguagem secreta do cinema
CARVALHAL, T. Literatura comparada
CHAUCER, G. Os Contos de Cantuária
COELHO, M. Crítica Cultural Teoria e Prática
COREGNATO; MUTTI. Análise do discurso
CORTÁZAR, J. Obra crítica, vol. 1
CORTÁZAR, J. Obra Crítica, vol. II
CORTÁZAR, J. Obra Crítica, vol. III
CORTÁZAR, J. Válise de Cronópio
COSTA, Antonio. Compreender o cinema
COSTA, Flavia. O primeiro cinema - espetáculo, narração, domesticação
CRIMP, Douglas. Sobre as Ruínas do Museu - A Arte da Exposição
CULLER, Jonathan. Teoria Literária - Uma Introdução
D’AGOSTINHO, Carmelo. Arte moderna, uma monstruosidade
DA MATTA, Roberto. Carnavais, malandros e heróis
DA-RIN, Silvio. Espelho partido - tradicao e transformacao documentário
DE PAULA; SPERBER (org). Teoria Literária e Hermenêutica Ricoeuriana
DIDION, J. O Ano do Pensamento Mágico – literatura
DONDIS, Donis A. Sintaxe da linguagem visual.
DOSTOIÉVSKI, Fiódor. Memórias do Subsolo
DUARTE, Rogério. Tropicaos
DUBOIS, P. Cinema, video, Godard
ECO, U. Interpretação e superinterpretação
ECO, U. Obra Aberta
ECO, U. Semiotica e filosofia da linguagem
ECO, U; MARTINI, C. M. Em que creem os que não creem - Um diálogo sobre a ética no fim do milênio
EISENSTEIN, S. O sentido do filme
EISNER, Lotte H. A tela demoníaca
EKIZIAN, C. (org). Sobre a gramática da língua armênia
ELIA, L. O conceito de sujeito
FAVARETTO, Celso. Tropicália alegoria alegria
FAVERO; ANDRADE; AQUINO. Oralidade e escrita - perspectivas para o ensino de língua materna
FAYE, Jean-Pierre. Introdução às linguagens totalitárias
FIDALGO, A. Semiótica - A lógica da Comunicação
FIORIN, J. Linguagem e Ideologia
FLORY, Suely Fadul Villibor. O Leitor e o Labirinto
FONTENELE, Laéria. A Interpretação (Passo-a-Passo)
FRANCE, Anatole. Os Deuses tem Sede
FREIRE, A. Gramática grega
GANCHO, C. Como analisar narrativas
GEADA, Eduardo. O cinema espetáculo
GEADA, Eduardo. O imperialismo e o fascismo no cinema
GILMOUR, David. O clube do filme
GOLDEMBERG, Miriam - Nu Vestido (Org.)
GREIMAS, A. J. (Org.). Ensaios de Semiótica poética.
GREIMAS, A. J. Semântica Estrutural - pesquisa de método.
GROTOWSKI, J. Em busca de um teatro pobre
HUGO, Victor. Do grotesco e do sublime - crítica literária
HUXLEY, Aldous. Admirável Mundo Novo
ISER, Wolfgang. A Arte parcial - A interpretação Universalista IN O ato da leitura.
JAKOBSON, R. Linguística, poética, cinema
JAUSS, Hans. A história da literatura como provocação à teoria literária
KEHDI, V. Formação de Palavras em Português
KEHDI, V. Morfemas do português
KELLNER, Douglas. A cultura da Mídia
LA FORET, C. Nada
LAJOLO, Marisa. Do mundo da leitura para a leitura do mundo
LESKY, Albin. A Tragédia Grega
LINS, Daniel. Artaud o artesão do corpo sem órgãos
LINS, Osman. Melhores Contos
LINS, R. A Cama na Varanda
LISPECTOR, C. A hora da Estrela
LISPECTOR, C. A legião estrangeira
LISPECTOR, C. A via crucis do corpo
LISPECTOR, C. Clarice na cabeceira
LISPECTOR, C. Felicidade Clandestina
LISPECTOR, C. Laços de família
LISPECTOR, C. Perto do Coração Selvagem
LONGINO. Do sublime
MACIEL, M. E. (org). A palavra inquieta - Homenagem a Octávio Paz
MAGALHAES, C. (Org.). Reflexões sobre a análise crítica do discurso
MAIA, E. No reino da fala
MAINGUENEAU, D. Análise de textos de comunicação
MAINGUENEAU, D. Novas Tendências em Análise do Discurso
MANGUEL, A. Uma história da leitura
MARIA, L. O que é conto
MARQUEZ, Gabriel G. Como Contar Um Conto
MARTIN, Marcel. A linguagem cinematográfica
MASCARELLO, F. (org). Historia do cinema mundial
MATTELART, A. A globalização da comunicação
MCLUHAN, M. Os Meios de Comunicação como Extensões do Homem
McQUAIL, D. Teorias da Comunicação de Massas
MIRANDA, B. Borges - metodologias e práticas para críticas utópico-contextualistas
MOISÉS, Massaud. A literatura portuguêsa através dos textos
MORAES, J. Jota de. O Que é Música (Primeiros Passos)
MORETTI, F. O Romance, história e teoria - novos estudos CEBRAP nr. 85
MOSCOVICH, C. O Reino das Cebolas - contos e narrativas
MOSCOVITZ; GRANCHER. Para que serve uma análise
MUSSALIM; BENTES (org). Introdução à Linguística - Domínios e Fronteiras - Vol. 1
NEIVA JR. E. A imagem
ORLANDI, Eni P. Análise do discurso - Princípios & procedimentos
ORWELL, G. 1984
OUDART, J-P. O efeito de real
OZENFANT; JEANNERET. Depois do Cubismo
PALAHNUIK, C. Clube da Luta
PASSOS; KASTRUP; ESCÓSSIA (org.) Pistas do método da cartografia
PAULA; SPERBER (orgs.). Teoria literária e hermenêutica ricoeuriana
PAZ, Octavio. A dupla chama amor e erotismo
PAZ, Octavio. Claude Lévi-Strauss ou o Novo Festim de Esopo
PEDROSA, Célia (org.) Mais poesia hoje
PENAFRIA, M. (org.). Estéticas do digital
PESSOA, F. O banqueiro anarquista
PESSOA, F. Poemas Escolhidos
PETIT, Michele. Os jovens e a leitura
PIGNATARI, D. Contracomunicação
PIGNATARI, D. O Que é Comunicação Poética
PLUTARCO. Obras Morais - O Banquete dos Sete Sábios
PLUTARCO. Obras morais sobre a Amizade
PLUTARCO. Obras morais sobre o amor
POE, Edgar Allan. A queda da casa de Usher
PROENÇA FILHO, D. A linguagem literária
PROUST, M. Em busca do tempo perdido, vol 1. No caminho de Swann
RAMOS, José Mário Ortiz. Cinema, Estado e lutas culturais
REBOUL, O. Introdução à retórica
RENOIR, Jean. O passado vivo
RIBEIRO, João Ubaldo. A arte e a ciência de roubar galinha
RIO, João do. A alma encantadora das ruas
RIPELLINO, A. Maiakóvski e o teatro de vanguarda
ROCHA, Glauber. O século do cinema
ROCHA, Glauber. Revisão crítica do cinema brasileiro
ROCHA, Glauber. Revolução Do Cinema Novo
ROSENFELD, Anatol. Aspectos do romantismo alemão in texto e contexto
RYNGAERT, Jean Pierre. Ler o teatro contemporâneo
SADOUL, G. História do cinema mundial Volume I - Das origens a nossos dias
SAINT-EXUPERY, A. O pequeno príncipe
SALDANHA, Nelson. Da teologia a metodologia
SARAMAGO, José. F

SARAMAGO, José. Folhas políticas
SARLO, Beatriz. Escritos sobre Literatura Argentina
SARMIENTO, D. Facundo
SAUSSURE, F. Curso de Linguística
SCHOLLHAMMER, K. Alem do visível - o olhar da literatura
SCHWARZ, R. O Fio da Meada (sobre o filme Cabra Marcado para Morrer)
SCHWARZ, R. 19 princípios da crítica literária In O Pai de família e outros Estudos.
SCLIAR, Moacyr. A Face Oculta
SILVA, Mariane. Construção do self semiótico
SOARES, A. Gêneros Literários
SÓFOCLES. Edipo-Rei
SOUZA, R. Teoria da literatura
SOUZA, S. Infancia e Linguagem
STANISLAVSKI, Constantin. A preparação do ator
STRICKLAND, C. Arte comentada - da pré-história ao pós-modernismo
TODOROV, T. As estruturas narrativas
TODOROV, T. Literatura y Significacion
TODOROV, T. O homem desenraizado
TODOROV, T. O Jardim Imperfeito
TODOROV, T. Pessoas comuns & fragmentação In Em face ao extremo
TODOROV, T. Poética da Prosa
TODOROV, T. Teorias do Símbolo
TORAL, André. Imagens em desordem - A Iconografia da guerra do Paraguai
VERISSIMO, E. Olhai os lírios do campo
VIRILIO, Paul. Guerra e cinema
WATZLAWICK; HELMICK; JACKSON; Pragmática da comunicação humana
WEEDWOOD, B. História concisa da linguística
WOOD, James. Como funciona a ficção
XAVIER, Ismail. O cinema brasileiro moderno
XAVIER, Ismail (org). A Experiência do Cinema

 

Cronos-devorando-seus-filhos-Goya

Pirataria honesta se faz com transmissão, transmitam os links…

Obras Completas de Freud (Coleção Standard):

 

no divã de freud

Segue link do Centro Acadêmico de Psicologia da PUC – Goiás:

http://capsipucgoias.blogspot.com.br/2011/06/obras-completas-de-sigmund-freud-para.html

Além do Freud tem umas outras coisas interessantes para baixar.

Saudações!

sábado, 26 de outubro de 2013

Imagem é Tudo:



 


Vontade de comer, engolir imagens, viver dentro de imagens... Nos últimos anos, aperfeiçoou-se tanto a técnica e a tecnologia das produções de fotos e suas nuances, que elas atingiram tamanha perfeição. Um Vislumbre de imagens. Talvez, por conta desse aspecto refinado das imagens, podemos dizer que vivemos num presente intimamente ligado ao olhar, a imagem e a aparência (esses aspectos narcísicos da constituição psíquica e, consequentemente de nossa cultura). Justamente por isso, a imagem tem tamanha importância na cultura presente ou contemporânea. Vou repetir uma citação do Walter Benjamin que gosto muito e, sem dúvida, representa peculiarmente esse assombroso e deslumbrante mundo imagético, pois sim, as imagens pertencem à esfera do imaginário. "O analfabeto do futuro será aquele que não souber ler imagens", ou seja, o iletrado poderá ser um sujeito incapaz de interpretar o mundo imagético - um mundo resumido somente ao visual. 

Será que sobre tudo isto paira um certo perigo? Porque aquilo que aparece perante nós (apesar de todas as ilusões), pode não ser uma obra, uma produção, mas simplesmente, imagem - a imagem como entidade autônoma, desligada de qualquer contexto ou sentido, de qualquer critério que não seja o seu próprio brilho. Estamos falando de uma pretensa impotência da palavra perante a ascensão das formas imagéticas, por tanto, a fragilização da esfera simbólica.



Desejo de viver no quadro mais perfeito do mundo, na fotografia mais viva da história humana, no click do momento perfeito, na manipulação mais genial da imagem. Eu desejo esse inominável, que só meus olhos me fazem crer e perceber e que minhas pulsões querem comer. Eu sou um comedor de imagens. Comedor de perfeição.  


segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Obras de Hannah Arendt, Adorno, Benjamin e Habermas disponíveis para download [Revista Biografia]

 

caricature hannah-arendt-by-john-minnion

 

Então, é isso, algumas obras destes pensadores para download. São 39 itens no google drive. Possivelmente não ficarão por muito tempo disponíveis, o jeito é abaixar logo.

Para fazer o download das obras clique no link abaixo:
Adorno, Benjamin, Habermas e Hannah Arendt

 

caricature adorno_theodor_w-20021024_2_gif_300x347_q85

 

Pode também dar uma espiada no blogui:

Revista Biografia

 

caricature walter bejamin carica

 

Link original da postagem:

http://sociedadedospoetasamigos.blogspot.com.br/2013/09/39-obras-de-hannah-arendt-adorno.html

 

caricature habermas

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Punk Freud:


Quero uma festa Punk...

Quero uma festa que não tenha Stones
Gosto muito deles, mas quero os Ramones
Quero uma festa que não tenha Beatles
Se é pra recordar prefiro Sex Pistols


Quero uma festa Punk...


Replicantes:



domingo, 6 de outubro de 2013

Notícias de uma guerra particular (Filme) X Por um novo modelo de polícia no Brasil:

 

notícias de Uma Guerra Particular

 

Filmado ao longo de dois anos (1997-1998), o documentário “Notícias de uma Guerra Particular” retrata o cotidiano doloroso da batalha contra o narcotráfico no Rio de Janeiro. O cineasta João Moreira Salles e a produtora Kátia Lund dividiram a direção e o roteiro do filme, que conta com a participação de conhecidos nomes da área de segurança pública do estado, como o ex-capitão do BOPE e atual comentarista de segurança da Rede Globo, Rodrigo Pimentel. Foi da fala do próprio Pimentel que saiu o título para o filme.

Ao longo do documentário, conhecemos o dia-a-dia dos três lados mais diretamente envolvidos (e prejudicados) por essa “guerra particular”: o policial, o traficante e o morador da favela. Os lados fortemente armados do conflito fazem afirmações, porém já conhecidas: os traficantes que aprendem a matar desde criança acham tudo normal e os policiais que matam sentem a sensação de “dever cumprido”. Já os moradores, presos no meio do fogo cruzado, ficam divididos e acabam sendo prejudicados de todas as formas possíveis, já que a ameaça é constante e vem tanto dos criminosos como do Estado.

 

latuff2

 

“Notícias de uma Guerra Particular” tem o grande mérito de expor uma realidade que muitos preferem ignorar. O filme, lançado em 1999, continua extremamente atual, o que é visível pela fala do ex-chefe da Polícia Civil, Hélio Luz:

“(...) a polícia precisa ser corrupta e violenta, nós fazemos a segurança do Estado, (...) temos que manter os excluídos sob controle. Vivemos numa sociedade injusta e a polícia garante essa sociedade injusta (...)”.

 

Veja o documentário abaixo:

 

 

 

 

latuff3

 

 

NOVO MODELO DE POLÍCIA:

Artigo de Marcos Rolim

 

latuff7 jovens negros 

 

Esta semana, o Senador Lindbergh Farias (PT-RJ) apresentou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC 51) que reformula o atual modelo de polícia.

A proposta é avançada e pretende corrigir destacadamente duas distorções: a absurda partição do ciclo de policiamento e a inexistência de carreiras únicas em cada instituição policial.

Explico: em todo o mundo civilizado cada polícia atua desde os serviços de patrulhamento até as tarefas de investigação. Como regra, os patrulheiros atuam uniformizados e os policiais dos departamentos de investigação se dedicam ao esclarecimento de crimes. Estas duas dimensões básicas do trabalho policial conformam o chamado “ciclo de policiamento” e estão presentes em todas as polícias do mundo, menos no Brasil. Aqui, por razões históricas, optamos pela partição do ciclo, atribuindo à Polícia Militar (PM) o patrulhamento e à Polícia Civil (PC) a investigação, razão pela qual não temos duas polícias em cada estado, mas duas metades de polícia. É esta divisão do ciclo a responsável pela persistente hostilidade entre as duas polícias que, como regra, não dividem informações, não compartilham recursos e alimentam infinitas disputas de prerrogativas.  Não satisfeito em criar estas metades de polícia, o modelo vigente ainda produziu um segundo “corte”, desta vez horizontalmente dentro de cada instituição. Nas PCs, o corte se dá entre delegados e não-delegados e na PMs, entre oficiais e não-oficiais. Cada uma destas camadas se organiza a partir de interesses específicos e mecanismos de seleção diferentes e, entre elas, há enormes desigualdades salariais, de poder e prestígio. Como resultado, temos instituições fraturadas, que não oferecem aos policiais uma carreira de verdade; motivo pelo qual as polícias brasileiras nunca completam seus efetivos. Também aqui, nosso modelo é único. Em todo o mundo, há uma só carreira em cada polícia. Assim, nas democracias avançadas, todo o chefe de polícia terá sido patrulheiro, porque todos os policiais iniciam no serviço rotineiro de patrulha. Depois, na medida em que dão mostras de suas capacidades, vão progredindo na carreira.

 

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No Brasil, não temos, ainda, sequer um campo autônomo da segurança pública. Nossas duas metades de polícia se originam de outros dois “campos”: as PMs, do campo da Defesa e as PCs, do campo da Justiça. As primeiras, espelhadas no Exército, foram vocacionadas para a guerra; as segundas, espelhadas no Judiciário, foram vocacionadas para os tribunais; o que faz com que, ainda hoje, muitos policiais se imaginem “guerreiros” ou “juízes”. Também por estes mitos, não avançamos na construção de polícias democráticas e eficientes.

 

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Neste quadro, a PEC 51 desconstitucionaliza o modelo de polícia, permitindo que Estados e Municípios sejam protagonistas na definição das polícias que desejam. Uma boa noticia, em síntese. Talvez o Brasil também tenha acordado para a gravidade do tema e se tenha criado a oportunidade de discutir o cesto ao invés das maçãs.

 

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(E então???)

Lembramos do Pedreiro Amarildo, assassinado pela PM do RJ. E, então?

Lembramos da BM do RS, prendendo e batendo em professores e militantes sociais. E, então?

 

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!!!

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